Bio

Quem é Márcia Simon de Lima

É difícil responder quem somos, não é verdade? 

Falar das nossas qualidades pode parecer arrogante; enumerar os defeitos, parece fraqueza; sendo discreto, pode nada dizer; falando detalhes da vida, pode se expor demais! Está aí uma tarefinha difícil. Para respondê-la, nominamos nossa profissão, habilidades e experiência de vida, sempre.

Prefiro definir-me como uma pessoa que acredita no potencial inerente ao ser humano; acredita que sonhar é o primeiro passo para se mudar a própria realidade. Uma pessoa que teve sua vida transformada a partir do curso de Direito e dedica-se a transformar a vida dos estudantes de Direito do nosso país.

Se você quiser saber sobre a jornada que transformou-me em quem sou hoje, leia adiante minha história.

 

Eu e minha jornada pela vida.

“E a vida o que é, meu irmão…. É bonita, é bonita e é bonita.” (Gonzaguinha).

Eu me chamo Márcia Francisca Simon de Lima. Sou casada, tenho duas filhas, Cíntia e Marília. Mestra em Direito, advogada há mais de 20 anos, professora, e em 2018 estou cuidando da minha carreira como escritora e palestrante.

De onde venho?
Sou pernambucana, da região metropolitana do Recife. A terceira filha de um casal nordestino constituído por uma dona de casa e um pedreiro. Juntos, eles tiveram 9 filhos. Todos têm nome que iniciam com a consoante M. Minha mãe era apaixonada pelo meu pai, cujo nome é Milton .

Como cheguei aqui?
Minha família, por razões óbvias (9 filhos, mãe dona de casa e pai pedreiro), era muito pobre. A vida foi muito dura para todos nós. Às vezes eu, que estudava pela manhã, dividia o mesmo lápis com minha irmã, que estuda à tarde. O uniforme, muitas vezes, foi doação das primas; lanche na escola era raro.

Quando cheguei à Universidade Católica de Pernambuco, aos 25 anos de idade e com duas filhas (4 anos e um bebê), levei comigo muitos sonhos, mas um deficit grande quanto ao aprendizado escolar, sobretudo na escrita.

Sem o hábito da leitura e sem aprender a redigir durante o período escolar, a deficiência era só consequência. Reprovei na disciplina Introdução ao Estudo do Direito I, e atrasei meu curso em 6 meses. O motivo? Não sabia escrever. Corri atrás do sucesso (não do prejuízo, esse eu já tinha). Li atentamente textos, livros, revistas. Estagiei desde o primeiro ano de faculdade. Meu marido era advogado e isso ajudou muito. Mas separamos quando eu ainda era estudante. Segui procurando tudo que pudesse melhorar meu conhecimento como futura advogada. Foi pra isso que fiz o curso de Direito: queria advogar.

Plantando e colhendo.

Obtive a aprovação no concurso da Universidade para monitora do curso de Sociologia do Direito. Fui aprovada na OAB no primeiro exame realizado.

Uma vez advogada, atuei na área trabalhista, civil, penal, previdenciária. Até ambiental eu fiz! Tive escritório próprio, com amigos e trabalhei para outros.

Segura na profissão, era hora de avançar. Fiz pós-graduação em Direito Processual Civil, onde tive o prazer de estudar com o professor Fredie Didier Júnior, na Universidade Federal da Bahia.

Em 2006 iniciei minha carreira docente na Faculdade Hélio Rocha, em Salvador – BA. No Recife-PE, dei seguimento a ela. No ano de 2010 conclui meu mestrado na UNICAP.

Recentemente?

Em 2018 lancei meu primeiro curso on line: Treinamento petição inicial essencial, e meu livro: Advogue-se. Faça do seu curso de Direito sua primeira grande causa.

Atualmente moro na Alemanha, de onde dedico-me a ajudar a você, que está como eu já estive. Com medo por não saber escrever; sem saber por onde começar, que caminhos seguir; sem ver as reais oportunidades que, embora estejam à sua frente, você não as enxerga. Talvez desacreditado, ou às vezes até desesperado, mas não quer desistir dos seus sonhos.

Conte comigo!